GRUPOS PREMIUM

Brotheragem no Sigilo: Relato Real com Macho da Quebrada que Me Comeu e Foi Comido

21/02/20260 views

A Mensagem das Duas da Manhã

A mensagem chegou às duas da manhã, quando eu já estava quase apagando. Número salvo com o nome dele e um emoji de fogo do lado. "Amanhã de manhã tu pode?" Li duas vezes antes de responder. Não porque precisava pensar — o tesão já tinha decidido por mim — mas porque queria parecer menos desesperado do que estava.

"Bora. Chego às nove."

Larguei o celular no peito, olhei pro teto e fiquei um tempo ali, lembrando do que tinha acontecido da última vez. O cheiro dele ainda estava comigo de alguma forma, grudado na memória como perfume barato que não sai da roupa. Fechei os olhos e a imagem dele ajoelhado veio automática, nítida, absurda. Dormi com o pau duro.

O Caminho Até a Quebrada

Acordei com a buzina do vizinho do lado, sempre às sete e meia da manhã. Levantei com o corpo pedindo mais uma hora de sono, mas a mente já estava correndo. Tomei café rápido — pão na chapa com manteiga, café preto amargo. Enquanto me vestia, sentia o cheiro do sabonete que usei ontem à noite, um cheiro limpo que contrastava com o que eu esperava encontrar lá em breve.

Na rua, o sol já batia forte. Peguei o ônibus lotado, suor dos outros misturado com o cheiro de fritura que vinha de alguma lanchonete. Desci na parada perto da casa dele, um bairro meio esquisito, mistura de casarões velhos com prédios novos. A caminhada de dez minutos me deu tempo de sentir o coração acelerar. A rua tinha poucas árvores, o sol castigava, o asfalto parecia derreter.

Cheguei na porta do prédio velho, grades enferrujadas, um cheiro de urina e mofo misturado. Apertei a campainha e esperei, ouvindo os barulhos da rua: carros, cachorro latindo, uma gata miando no telhado do vizinho. A porta eletrônica rangeu e abriu. Ele morava no terceiro andar, sem elevador. Cada degrau de madeira rangia, e o cheiro dele — aquele cheiro de macho, de suor e algo mais, impossível de definir — já começava a invadir meu nariz antes mesmo de eu chegar ao topo.

A Porta Entreaberta

A porta dele estava entreaberta. Entrei sem bater. Ele estava de costas, olhando pela janela, só de cueca. O sol batia nas costas dele, iluminando as tatuagens que desciam pela pele — um dragão, algumas frases, uma caveira. Ele se virou quando ouviu meu passo. Corpo magro mas forte, pele morena, barba por fazer, olhos que me furavam.

"Chegou cedo, mano." Ele disse com a voz rouca, de sono.

"Não resisti."

Ele sorriu, um sorriso de canto, sem graça mas ao mesmo tempo cheio de promessas. "Ainda tô acordando. Pode ir se sentando. Café tá pronto."

Fui pra cozinha pequena, suja, um cheiro de comida velha. Enchi uma xícara de café, senti o calor na mão. Ele entrou atrás de mim, passou o corpo encostado no meu, a presença dele mais intensa agora. Sentia o calor das costas dele nas minhas costas, o peso do corpo.

"Meu pau tá duro desde que tu mandou a mensagem ontem." Ele sussurrou na minha orelha, o hálito quente.

"É pra estar."

Ele virou meu corpo, me encostou na parede gelada. O choque do frio com o calor dele me fez arrepiar. Beijou meu pescoço, meu queixo, minha boca. Beijo molhado, com gosto de café e de manhã. A mão dele desceu, passou pela minha barriga, apertou meu pau por cima da calça.

"Isso é meu, porra." Ele gemeu contra minha boca.

Deixei ele me levar, os corpos se ajustando, o calor subindo. A mão dele continuava na minha pica, apertando, sentindo. A outra mão subiu pela minha camiseta, unhas leves na minha pele. A tensão era palpável, o ar pesado. O sol entrava pela janela da cozinha, iluminando poeira dançando no ar.

"Chega de papo." Eu disse, e puxei ele pra sala.

Ele de Joelhos

Ele me empurrou no sofá velho, capa desbotada. Caí sentado, ele ajoelhou entre minhas pernas. Olhou pra mim de baixo pra cima, um olhar de desafio, de fome. Abriu a calça com pressa, o zíper rangendo. Meu pau escapou, já duro, pulsando.

"Caralho, que rola gorda." Ele disse, e não consegui segurar um gemido baixo.

Ele começou a lamber a cabeça, a língua quente, molhada. Lentamente, desceu pela haste até as bolas. Sentia o cabelo dele roçando minha coxa, o aroma intenso dele. Ele me encarava enquanto chupava, os olhos brilhando, desafiadores.

"Gostou, porra?" Ele perguntou, a voz abafada.

"Mete a boca toda, caralho."

Levou tudo. O calor da boca dele era incrível, a língua trabalhando, a pressão perfeita. Minha mão foi pra cabeça dele, apertei os cabelos, guiei o ritmo. Ele gemia, o som vibrando na minha rola.

Aumentou a velocidade, a saliva escorrendo, molhando minhas bolas. Eu senti o prazer subir, as pernas tremendo. Puxei ele pra cima com força.

"Hoje não, brother. Hoje eu quero te comer."

No Quarto Dele

Ele sorriu, um sorriso de satisfação. Levantou, estendeu a mão e me puxou. O quarto dele era pequeno, desorganizado, roupas jogadas no chão, um cheiro mais forte de suor e sexo. A cama era só um colchão no chão, lençol amassado.

Deitei de costas, ele ficou de pé na minha frente, tirou a cueca, jogou longe. O pau dele ficou à mostra, com uma sutil curva para cima. Veio pra cima de mim, o corpo quente, pesado. Beijou minha boca, meu peito, minha barriga. Sentia a essência dele em tudo, o suor da testa dele caindo no meu peito.

"Me prepara, caralho." Eu disse, a voz grossa.

Não respondeu, apenas sorriu. Desceu, abriu minhas pernas. A língua dele me encontrou, molhada, quente, experiente. Trabalhou meu cu, abrindo, molhando. Gemi alto, sem conseguir controlar. Dedos entraram, primeiro um, depois dois. Sentia o corpo todo formigar.

"Tá bom? Tá doendo?" Ele perguntou, a voz preocupada.

"Esquece a dor. Mete o cacete já."

A Primeira Vez Naquela Manhã

Posicionou-se entre minhas pernas, apoiou meu corpo e lentamente entrou. Sentia o pau dele abrindo caminho, uma dor que se transformava em prazer puro. Cada centímetro era um novo limite sendo ultrapassado.

"Caralho, tu aperta demais." Ele gemeu no meu ouvido.

"É tudo teu, brother."

Ele começou a se mover, devagar no começo, depois mais rápido. O quarto quente, o aroma de sexo, os gemidos. Ele beijava meu pescoço, meu ombro. Sentia o suor dele escorrer pra mim, misturando com o meu. As investidas eram fortes, profundas, me fazendo perder a noção de tudo.

"Mais forte, porra!" Eu pedi, a voz embargada.

Atendeu, aumentando a velocidade, a força. O colchão rangendo, a cabeceira batendo na parede. O prazer era intenso demais, quase doloroso. Senti que não ia aguentar.

"Tô gozando, caralho!"

Ele gemeu alto, um som gutural, e senti o calor dele me enchendo. Ao mesmo tempo, meu corpo explodiu, o prazer me levando. Fiquei ali, sem respirar, só sentindo o peso dele em cima de mim, o coração disparado.

O Intervalo

Ele rolou pro lado, ofegante. O quarto silencioso, só o som das nossas respirações. O ar pesado, cheiro de suor e gozo. Olhei pra ele, o corpo relaxado, o peito subindo e descendo.

"Cada vez melhor, mano." Ele disse, a voz ainda ofegante.

"É o que eu digo."

Ele me puxou pra um beijo lento, molhado. Sentia o gosto de mim na boca dele. A mão dele passou pelo meu corpo, suave, possessiva.

"Fica um pouco?" Ele perguntou.

"Não posso. Tenho que correr." Eu menti, precisando de espaço pra digerir o que tinha acabado de acontecer.

Ele não insistiu. Se levantou, foi até o banheiro. Voltei pra sala, vesti a roupa com pressa, o corpo ainda formigando. Ele voltou, já de cueca, me acompanhou até a porta.

"Me manda." Ele disse, a mão na minha bunda.

"Claro."

Na rua, o sol ainda batia forte. O corpo me doía, uma dor boa, um lembrete do que tinha rolado. Caminhei até a parada de ônibus, o cu latejando, satisfeito. O cheiro dele grudado na minha pele como uma marca.

Mensagens de Fogo

Na volta de ônibus, a cada solavanco, meu corpo ainda sentia ele. Cheguei em casa, joguei a roupa no chão, fui pro chuveiro. Mas a água quente não limpou a lembrança. Pelo contrário, só fez atiçar. Meu pau começou a subir de novo, só de pensar naquela boca. Achei que tava saciado, mas a vontade era de já estar voltando lá.

Larguei a toalha na cadeira e caí na cama, nu, com o celular na mão. Abri o WhatsApp, a conversa com ele em cima. Digitava e apagava, sem coragem. Que porra, eu nunca perco o controle assim.

Aí a notificação dele subiu. "Tô ainda com gosto de ti, porra."

Meu corpo inteiro reagiu. Pau duro de novo, latejando contra a barriga. Respirei fundo antes de responder. "Queria estar te comendo agora."

"Só me chamar que eu tô pronto de quatro."

A imagem me atingiu em cheio. Ele de quatro, o rabo empinado, esperando por mim. Respondi sem pensar. "Amanhã. Eu que mando dessa vez."

"Esperando, meu chefe."

Guardei o celular com a mão trêmula. A noite ia ser longa. E o dia seguinte, prometia.

O Chefe Chegou

Dormi mal. Sonhei com ele, com o cheiro dele, com os gemidos dele. Acordei antes do despertador, o corpo já em alerta. Me arrumei com capricho. Camiseta preta colada, jeans justo, cueca de algodão branco. Queria que ele sentisse cada detalhe. Café rápido, sanduíche de presunto e queijo, e saí de casa com o sangue fervendo.

Cheguei no bairro dele antes das nove, dessa vez de Uber. Não tinha tempo a perder. Pisei na rua já sentindo o cheiro familiar de mofo e asfalto quente. Subi os três lances de escada, cada degrau um tambor de guerra na minha cabeça.

A porta dele estava trancada. Bati com força. Ele abriu, ainda sonolento, o cabelo bagunçado, o corpo nu da cintura pra cima.

"Cedo, chefe." Ele disse, o olhar de submisso me atravessando.

Entrei sem falar. Empurrei ele contra a parede, beijei a boca dele com fome, mordi o lábio inferior. Ele retribuiu, o corpo já se entregando.

"Já tomei banho." Ele sussurrou. "Tô limpinho pra tu."

"Agora tu vai sujar de novo." Respondi, a mão descendo pelas costas dele até encontrar o rabo macio.

Quem Manda Aqui

Levei ele pra sala, empurrei ele de joelhos no tapete gasto. O olhar baixo, esperando. Tirei meu pau da calça, a cabeça roxa pulsando. Ele abriu a boca, a língua pra fora.

"Mama."

Não precisou de segunda ordem. A boca dele me envolveu, quente, molhada, perfeita. Fodi a boca dele com lentidão, sentindo cada movimento da língua, cada aperto dos lábios. Ele gemia, o som abafado pela minha rola, a mão dele na minha coxa.

"Calado. Hoje eu que mando."

Apertei a cabeça dele contra meu corpo, forçando um pouco mais. Ele engasgou, mas não recuou. Lágrimas escorriam pelas bochechas dele, misturadas com a saliva. Puxei o pau pra fora, um fio de saliva conectando a boca dele à minha cabeça.

"De pé. Tira essa cueca."

Preparando o Terreno

Ele se levantou, o corpo vibrando. Desceu a cueca devagar, o pau dele batendo na barriga. Fui até o quarto, ele me seguindo de perto. O colchão no chão, o lençol amassado, o cheiro de nós dois ainda no ar da última vez.

"Deita."

Se deitou de costas, as pernas já se abrindo, um convite explícito. Fiquei olhando, apreciando a visão. O corpo dele, magro e forte, o moreno da pele, o pau pulsando, o cu rosado esperando.

"Vamos fazer direito." Me ajoelhei entre as pernas dele.

A língua dele ontem tinha sido divina. Agora era minha vez. Comecei lento, lambendo a área em volta, a coxa, o saco. Ele gemia baixo, as mãos agarradas no lençol. A língua encontrou o alvo, e ele estremeceu. Trabalhei com paciência, sentindo o músculo relaxar sob meu toque. Dedos entraram, um, depois dois. Ele estava pronto.

O Comando É Meu

Posicionei meu pau na entrada dele, a cabeça encostando no cu molhado. Ele me encarou, os olhos cheios de tesão, de expectativa. Empurrei lentamente, sentindo a resistência inicial, depois a abertura. Ele gemeu alto, uma mistura de dor e prazer.

"Caralho, que vara!" Ele gemeu.

"Gosta dessa pica no teu rabo, não é, puto?" Respondi, a voz grossa.

Empurrei até o fim, meus pelos se misturando aos dele. Fiquei parado por um momento, sentindo o calor, a contração do cu dele na minha rola. O quarto silencioso, só nosso resfolego.

"Me come, porra! Me come!" Ele pediu, desesperado.

Atendi. Comecei devagar, depois fui acelerando. Segurei firme na cintura dele, levantando o quadril do colchão. Cada pancada mais funda, mais forte. O corpo dele se contorcia, as mãos me arranhando as costas.

Ele me pertencia. O corpo dele, o cheiro dele, os gemidos dele — tudo meu naquele momento. Fodi ele com fúria, com necessidade, com tudo que eu tinha. O suor escorria pela minha testa, caía no peito dele. O colchão rangia, as investidas dentro dele eram a única coisa que importava.

O Estouro

Acelerei o ritmo, as pancadas mais curtas, mais rápidas. Ele gritou, um som alto, animal. Senti o corpo dele tremer, as pernas se fechando na minha cintura. Olhei pra baixo e vi ele gozar, a porra esguichando no peito dele, na barriga, sem ninguém ter encostado no pau dele.

A visão me levou junto. Senti meu próprio orgasmo subindo, uma onda quente e poderosa. Enterrei meu pau até o fundo, gemendo alto, e gozei dentro dele, enchendo ele com meu leite. Fiquei parado, ofegante, sentindo o último espasmo do corpo dele debaixo do meu.

Rolei pra lado, exausto. O ar do quarto era denso, pesado. Olhei pra ele, o corpo brilhando de suor e porra, o peito subindo e descendo. Ele virou o rosto pra mim, o olhar perdido, satisfeito.

"Caralho..." Ele disse, a voz um fio.

"É isso aí, brother."

Até a Próxima

Fui ao banheiro, me lavei. A água fria me acordou daquele transe. Voltei pro quarto, ele já tinha se sentado na beira do colchão, um sorriso lento no rosto.

"Tudo bem?" Eu perguntei.

"Nunca melhor."

Me vesti em silêncio, o corpo dolorido de um jeito bom. Ele ficou me olhando, o olhar calmo, diferente de antes.

"Vai embora?"

"Tenho que ir." Respondi. Dessa vez não era mentira.

Ele me acompanhou até a porta, nu. Beijei a boca dele, um beijo rápido, sem tesão, só um até logo.

"Me chama, chefe." Ele disse, a mão no meu peito.

"Pode deixar."

Na rua, o sol estava forte. O corpo doía daquela dor boa que só quem sabe, sabe. Dessa vez o cheiro dele não vinha mais comigo. Era só o meu cheiro agora, misturado com o do asfalto quente. Caminhei até a esquina, sentindo o peso da experiência nas costas, o gosto dele ainda na boca.

A rua estava cheia de gente, de barulho, de vida. Mas na minha cabeça, eu ainda estava naquele quarto abafado, com ele gemendo o meu nome. Peguei o celular no bolso. Uma mensagem dele já esperando.

"Quando tu volta, chefe?"

Sorri. Guardei o celular sem responder. Mas nós dois já sabíamos a resposta.