Conheci Um Casal no Sexlog e Acabei Num Motel em Búzios
A Mensagem no Sexlog
Uma semana antes do réveillon, eu fiz a coisa mais aleatória da minha vida: mudei minha cidade no Sexlog pra Búzios. Ainda estava em São Paulo, sentado no sofá do meu apartamento, mas meu perfil já estava lá, bronzeado e disponível, como se eu tivesse chegado antes do meu próprio corpo.
A lógica era simples: chegar com o terreno preparado. Conhecer alguém antes, trocar ideia, e quem sabe arranjar uma companhia pro ano novo que não fosse eu mesmo bebendo espumante sozinho num quarto de pousada.
O que eu não esperava era a mensagem que ia mudar completamente o roteiro daquela viagem.
"Casal procura homem discreto para experiência diferente."
O perfil deles era clean, fotos que não revelavam rostos mas prometiam corpos bem cuidados. O nome dela era Tânia — o nome dele, Pedro. A foto dela mostrava um decote generoso, cabelos escuros caindo sobre o ombro, e uma tatuagem de flor na costela. A única foto dele era da virilha, boxer justo, e a promessa de um traseiro que parecia ter sido esculpido pra ser explorado.
Fiquei olhando pro celular uns dez minutos. Nunca tinha rolado nada com cara antes. Curioso? Sim. Mas a curiosidade tinha ficado só na cabeça até aquele momento. A rola tava dura só de imaginar.
Troquei umas mensagens com eles. Eram de Niterói, também iam passar o ano novo em Búzios. "Podemos nos encontrar antes, tomar algo, sentir a química?", escreveu ela.
Respondi que sim, claro. E combinei de encontrá-los no dia 30, no Chez Michou, um bar na Rua das Pedras. A expectativa, aquele calor de dezembro, a cerveja gelada descendo pela garganta — tudo me fazendo sentir como se estivesse entrando em outro corpo, uma versão mais ousada de mim mesmo.
O Encontro na Rua das Pedras
A Rua das Pedras tava lotada, o calor de Búzios grudando na pele, misturando o cheiro do mar com suor e protetor solar. Caminhei até o Chez Michou, coração batendo mais rápido que o normal. O que diabos eu tava fazendo ali?
Entrando no bar, a música alta quase abafou meus pensamentos. O lugar era pequeno, gente espremida, garçons passando com bandejas de crepes e cervejas. E encontrei eles. Imediatamente os reconheci.
Ela era ainda mais viva pessoalmente, cabelos escuros cacheados, vestido colado que realçava cada curva, um sorriso que convidava à transgressão. Ele era quieto, barba por fazer, olhos intensos, calça jeans justa que deixava pouco à imaginação sobre o que seu perfil prometia.
Pedro se levantou, apertou minha mão. Olhos diretos nos meus, sem vacilar. Tânia deu um risinho, me cumprimentou com um beijo na bochecha que demorou um segundo a mais do que o normal.
"Gostou do que viu?", ela perguntou, o sussurro chegando junto com o cheiro do perfume dela.
"Todo mundo gosta do que vê, né?", respondi, tentando manter a calma, o pânico misturado com o tesão borbulhando no estômago.
Tânia riu, um som claro que cortou o barulho do bar. Ela se sentou ao meu lado, Pedro do outro. Havia uma mesa pequena entre nós, mas o calor dos dois parecia me tocar mesmo à distância.
Pedro não falava muito, mas os olhos dele não saíam de mim. Havia algo naquele olhar, direto e honesto, que me deixava intrigado. Não era deboche, nem julgamento. Era... interesse puro.
O Convite
"Temos um motel reservado pra depois", Tânia disse de repente, como se estivesse comentando o tempo. "Se você quiser continuar a conversa."
Meu pau endureceu de imediato, uma pressão repentina na calça jeans. A cerveja gelada no copo pareceu evaporar. Olhei para Pedro, que continuava me encarando, um pequeno sorriso nos lábios agora.
"Acho que sim", eu disse, e a minha própria voz soou estranha, mais grave do que o normal. "Acho que sim."
O Motel
O motel chamava-se "Aquarela do Amor", um nome poético que escondia a crueza do lugar. Corredores iluminados por luzes de néon, carpete vermelho desbotado, cheiro de desinfetante tentando disfarçar o cheiro de sexo antigo. O quarto deles já estava reservado — "Oceano", dizia a placa na porta.
Tânia entrou primeiro, girando como se estivesse no palco. "Gostou?", ela perguntou, e não ficou claro se falava sobre o quarto ou sobre a situação inteira. A cama king-size com lençol vermelho, uma banheira de hidromassagem no canto e uma janela enorme que dava pra vista de... um muro. O ar-condicionado soprava frio, um contraste bem-vindo com o calor lá fora.
Pedro se sentou na beira da cama. Não dizia nada, apenas observava. Havia uma calma nele que me desarmava. Eu fiquei parado perto da porta, me sentindo como um visitante em território desconhecido.
"Vamos, não fica aí na porta", Tânia disse, tirando o vestido de uma só vez. O corpo dela era ainda melhor pessoalmente — seios firmes, bunda arrebitada, e a tatuagem da flor na costela subindo em direção ao seio. Ficou só de lingerie preta, um conjunto de renda que quase desaparecia contra a pele morena.
Ela se aproximou, o perfume se misturando com o calor da pele. "Relaxa", murmurou, passando a mão pelo meu peito. "A gente vai se divertir."
A mão dela desceu, encontrou meu membro duro através da calça. Eu dei um gemido baixo. Pedro ainda estava quieto na cama, mas o vi se ajustar, e o movimento não passou despercebido.
"Ele tá gostando, né?", Tânia disse, se virando para Pedro. Pedro apenas assentiu, um sorriso discreto nos lábios.
"Que tal tirar essa roupa?", Tânia sugeriu. Fiz isso, os olhos dos dois em mim. O frio do ar-condicionado me arrepiou, mas o calor do momento me manteve quente por dentro.
Duas Mãos
Tânia me puxou para a cama. Pedro se moveu para o outro lado, fazendo espaço. Ela me deitou no meio, com ela de um lado e ele do outro. Era estranho, aquele corpo masculino tão perto, e ao mesmo tempo excitante.
"Vamos começar devagar", Tânia disse. E começou. Me beijou, uma língua quente e exigente. A mão dela envolveu meu pau, começando um ritmo lento. Respirei fundo, tentando me concentrar.
Então veio outra mão. A de Pedro. Mais firme, mais áspera. Ele pegou minhas bolas, massageando com uma confiança que me surpreendeu. Olhei para ele. Os olhos fechados, o rosto de puro prazer.
"Tá gostando?", Tânia murmurou no meu ouvido. Eu só conseguia balançar a cabeça.
Os dois trabalhavam juntos, um ritmo que me deixava louco. Tânia descendo, Pedro embaixo, a pressão das mãos se alternando. Eu gemia, perdido naquela sensação nova.
"Fode com ele, Tânia", Pedro disse, a voz grave. "Fode com ele enquanto eu preparo o terreno."
Tânia sorriu, um brilho nos olhos. Ela se ajoelhou sobre mim, a boca quente e molhada envolvendo meu pau. Uma onda de prazer que me fez arquear as costas. Eu a segurei pelo cabelo, guiando o ritmo.
Enquanto isso, Pedro se movia atrás dela. Eu não via o que ele fazia, mas os gemidos dela abafados contra meu pau denunciavam. A cabeça de Tânia subiu e desceu, mais rápido agora.
Ela Sentou na Minha Cara
"Senta na cara dele", Pedro ordenou. Tânia obedeceu, girando o corpo e se colocando sobre meu rosto. O cheiro da buceta dela inundou meus sentidos, um aroma salgado e doce. Abri a boca, procurei o clitóris com a língua. Ela gemeu alto, um som que me deixou ainda mais louco.
"É assim", Pedro falou baixo. "Bem assim."
Ela foi se molhando, os sucos escorrendo pelo meu rosto. Continuei trabalhando com a língua, explorando cada dobra, enquanto a mão de Pedro continuava em mim.
Tânia se virou, encostando as costas no meu peito. A visão me tirou o fôlego: ela deitada sobre mim, pernas abertas, e Pedro ajoelhado entre as pernas dela, com o rosto enterrado na buceta dela. Ele lambia, ela gemia, e eu sentia o corpo dela tremer contra o meu.
"Me come", Tânia pediu, e o pedido era pra mim.
Pedro se afastou, me dando espaço. Me olhou com um sorriso calmo. "É a sua vez", disse.
A Virada
Eu me posicionei entre as pernas dela, a cabeça do pau roçando a entrada molhada. Empurrei devagar. Ela gemeu, um som baixo e profundo.
Então as mãos de Pedro apareceram nos meus quadris. Ele me puxou para trás, me afastando de Tânia. A primeira onda de pânico bateu. Será que ele tava mudando de ideia? Mas não — ele me posicionou de quatro, na frente de Tânia.
"E agora?", perguntei, a voz embargada.
"E agora a gente se diverte de verdade", Tânia respondeu, um sorriso malicioso no rosto. "Relaxa e deixa com a gente."
Pedro se ajoelhou atrás de mim. O calor do corpo dele contra o meu. A mão dele na minha bunda, os dedos abrindo minhas nádegas. O frio do lubrificante me fez estremecer. Um dedo entrou devagar. Prendi a respiração. Era estranho, diferente, mas não ruim. Um segundo dedo se juntou ao primeiro, abrindo, preparando.
"Vai gostar", Tânia garantiu, se sentando na frente de mim. Ela se abriu, a buceta a centímetros do meu rosto. "Enquanto ele prepara você, você me prepara."
Mergulhei nela, a língua encontrando o calor dela. O contraste entre o que acontecia na frente e o que acontecia atrás era intenso demais. Os dedos de Pedro trabalhavam, abrindo, esticando. Eu gemia contra a buceta de Tânia, o som abafado pelo corpo dela.
O Sanduíche
Então veio o peso dele. A cabeça da pica contra meu cu. "Respira fundo", ele falou. Respirei. Ele empurrou devagar. A dor foi aguda, uma queimação rápida. Eu grunhi. Tânia me pegou pelo cabelo, me forçando a voltar para a buceta dela. "Não para", ela ordenou.
Pedro esperou, me deixando acostumar. A dor foi diminuindo, substituída por uma pressão estranha, cheia. Então ele começou a se mover. Devagar, para frente e para trás. Cada investida dele me empurrava mais fundo contra Tânia. Um ritmo novo, uma dança de três corpos.
"Me come", Tânia pediu, e eu obedeci. A penetrei, meu pau entrando nela com facilidade. Fiquei no meio deles, um elo. Pedro batia em mim, me empurrando para dentro de Tânia. Era um ritmo que me controlava, que me tirava todo o controle. Ser preenchido e preencher ao mesmo tempo — nada na minha vida tinha me preparado pra isso.
Os gemidos de Tânia, os grunhidos de Pedro, tudo se misturava no ar quente do motel. A cadência aumentou. Pedro se movia mais rápido, mais fundo. A pressão dentro de mim crescia, uma onda de prazer que eu nunca tinha experimentado. Tânia gemeu alto, o corpo se contorcendo debaixo de mim. Ela gozou, e a contração da buceta dela em volta do meu pau me destruiu.
"Goza pra mim", Tânia pediu, a voz rouca. E eu gozei. Jorrei dentro dela, o prazer me deixando sem forças. Mas Pedro não parou. Continuou me fudendo, e cada golpe dele me fazia estremecer, prolongando meu orgasmo.
Um, dois, três golpes mais fortes. Ele grunhiu alto, e o calor dele me encheu por dentro. Gozou dentro de mim, e aquele calor me fez tremer. Três corpos, um bolo de gente suada e satisfeita.
Pedro se afastou. Eu desabei sobre Tânia. O lençol vermelho estava encharcado de suor e prazer. O ar-condicionado soprava frio na nossa pele.
O Banho a Três
A água do chuveiro caía morna, quase fria — o motel de Búzios não tinha a melhor estrutura do mundo. Mas ali, espremidos os três debaixo daquele jato fraco, ninguém reclamava. As mãos ainda brincavam, sem pressa, mais por carinho do que por tesão. Tânia encostou a cabeça no meu ombro enquanto Pedro lavava as costas dela. Era estranho, era novo, e era bom. Me senti vazio e cheio ao mesmo tempo, como se tivessem tirado algo de mim e preenchido com outra coisa, melhor.
O ano novo podia esperar. O meu já tinha começado, ali, naquele quarto de motel com cheiro de desinfetante e sexo.
Olho de Boi
"Vamos pra praia amanhã?", Tânia perguntou, os dedos traçando círculos no meu peito. "Olho de Boi. É de nudismo."
Eu ri. "Você é sem freio, né?"
"Vai gostar", Pedro disse, a voz calma ao meu lado. "A água é gelada, mas o sol esquenta."
Fiquei em silêncio por um momento, ouvindo o barulho do ar-condicionado e o mar lá fora. A experiência tinha sido tão intensa, tão diferente de tudo que eu tinha vivido. Esperava sentir alguma coisa — culpa, arrependimento, dúvida. Mas só havia uma calma tranquila, uma certeza de que tinha acabado de cruzar uma linha que não precisava de volta.
Olhei pra Tânia, depois pra Pedro. Sorri.
"Me busca às dez."