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Fui Pro Baile Funk Pela Primeira Vez e Voltei Outra Mulher — Relato Real Feminino

21/02/20260 views

A Culpa Foi da Jéssica

A culpa foi da Jéssica. Cem por cento culpa dela.

Se ela não tivesse aparecido no meu apartamento naquele sábado à noite com aquele sorriso de quem já planejou tudo, eu estaria no meu sofá assistindo série com um pote de açaí. Mas não. Ela chegou com uma saia que mal cobria a bunda e uma frase que me tirou do eixo: "Hoje tu vai comigo pro baile."

Eu nunca tinha ido num baile funk. Nunca. Tipo, eu sou a menina do condomínio fechado, da faculdade particular, do brunch de domingo. Minha playlist tem mais Coldplay do que MC qualquer coisa. Mas alguma coisa naquela noite me fez trocar o pijama por um vestido branco curto que eu nunca tinha tido coragem de usar. Me olhei no espelho e pensei: ninguém me conhece lá. Ninguém sabe quem eu sou.

E foi exatamente esse pensamento que me fodeu. Literalmente.

Chegada no Abismo

O som já me atingiu a dois quarteirões de distância. Não era música, era uma vibração física, um terremoto que subia pela sola do meu tênis e espalhava pelo corpo inteiro. Quando chegamos na entrada, aquilo parecia a boca de um monstro: luzes piscando sem ritmo, uma multidão transbordando, cheiro de suor misturado com cerveja barata e um doce qualquer que eu não soube identificar.

A Jéssica já estava no habitat dela. Ela se mexia diferente ali, como se os ossos dela soubessem a batida de nascença. Eu, por outro lado, me sentia como uma espécie invasora. Meu vestido branco parecia um farol naquele mar de roupas justas e visuais extravagantes.

"Fica relaxada, mana," a Jéssica gritou na minha orelha, tentando ser ouvida acima do som que parecia um ataque cardíaco constante. "Só deixa o teu corpo levar."

Ela me puxou pela mão, entrando naquela escuridão pulsante. O calor me atingiu como um soco, úmido e pegajoso. A cada passo, a batida ficava mais forte, mais interna. Era como se o meu coração tivesse desistido de bater no próprio ritmo e decidido seguir o da música.

Lá dentro, o ar era espesso, quase visível. Fumaça, cheiro de pele, odores fortes que eu nunca senti juntos. A pista de dança não tinha começo nem fim, apenas um mar de corpos se esfregando, se movendo como um único organismo vivo sob as luzes estroboscópicas que iluminavam flashes de pele, sorrisos e olhos perdidos.

O Olhar

Meus olhos demoraram para se ajustar. Quando finalmente viram algo além daquela névoa colorida, eu o vi.

Ele estava encostado numa das paredes, observando tudo com aquele olhar de quem é dono do lugar. Alto, corpo largo sob uma camiseta preta colada, boné abaixado. Tinha um jeito de quem estava ali antes de todo mundo e só sairia depois que o último som ecoasse. E ele estava olhando diretamente para mim.

Senti um calafrio me percorrer, apesar do calor sufocante. Aquele olhar não era demorado, nem insinuante. Era possessivo. Como se eu já pertencesse a ele, sem eu saber.

"Vamos!" a Jéssica puxou de novo, mas meus pés estavam presos no chão. Nossos olhos se encontraram por uns três segundos que pareceram uma eternidade. Ele não sorriu. Apenas levantou o queixo, um quase aceno, e voltou a olhar para a multidão, como se eu fosse apenas mais uma visão passageira.

Eu me molhei ali mesmo. Em segundos, minha calcinha já não estava mais seca. Meu corpo reagiu antes do cérebro conseguir processar o que estava acontecendo. A Jéssica me arrastou para o meio da pista, para aquela selva de corpos, mas a única coisa que eu conseguia sentir eram os olhos dele cravados nas minhas costas.

Primeiro Contato: A Dança

A batida mudou. Os graves ficaram mais profundos, mais sexuais. A galera entrou numa vibe diferente. Era um ritmo de empinar, descer, rebolar. A Jéssica já estava perdida, se esfregando em qualquer corpo que encostava nela, de olhos fechados, de boca aberta.

Eu tentei me soltar, mas meus movimentos eram forçados, robóticos. Eu era da academia de dança, do balé, de passos marcados. Aquilo era instinto puro. E eu não tinha.

Foi quando senti um calor atrás de mim. Não precisava olhar. Eu já sabia quem era. Ele não tocou, apenas ficou ali, a centímetros do meu corpo. A presença dele preenchia o espaço ao meu redor. Eu podia sentir o calor da pele dele, o cheiro do suor misturado com um perfume barato, mas masculino.

Minha respiração falhou. De repente, a música não estava mais só nos meus ouvidos. Estava dentro de mim. Em cada fibra do meu ser. Ele ainda não tinha me tocado, mas eu já estava sendo possuída.

"Sabe dançar?" A voz dele era grave, rouca, quase um sussurro no meu ouvido, mas conseguiu cortar o barulho.

Eu virei o rosto um pouco, sem tirar o corpo daquela posição. "Não muito."

"Não precisa saber," ele disse. "Sente só."

A Entrega na Pista

E então ele encostou. A mão dele na minha cintura, firme, mas sem apertar. O corpo dele contra o meu, durão, quente. Pela primeira vez na vida, senti que eu era pequena, frágil. E eu amei aquela sensação.

Ele começou a me guiar, e meu corpo, por instinto, seguiu. A batida parecia sair do peito dele e entrar no meu. A cada rebolar da música, meu traseiro encostava no volume de dentro da calça dele. A cada refrão, o aperto da mão dele na minha cintura ficava mais forte.

Eu fechei os olhos e me entreguei. Minha bunda se movia contra a rola dele, que já estava dura, roçando com insistência. Minha calcinha estava completamente encharcada, o tecido molhado colado na pele. Cada movimento dele era um convite, uma provocação.

A mão dele desceu da minha cintura para meu quadril, depois para a parte de trás da minha coxa. O toque quente me fez prender a respiração. Ele me puxou mais contra si, se esfregando de um jeito que não deixava margem para dúvidas. Era um diálogo sem palavras, puramente físico.

A música mudou de novo. Mais lenta, mais melosa. Os outros ao redor pareciam desaparecer. Era só ele, eu e a batida. Ele virou meu corpo para encostar de frente nele. Agora eu sentia o peito largo dele contra meus seios, o calor do rosto dele perto do meu.

Ele não beijou. Apenas ficou olhando nos meus olhos, enquanto nossas bocas quase se tocavam. A mão dele subiu pelas minhas costas, desenhando cada vértebra, até chegar no meu cabelo. Ele enrolou um punhado dos meus fios e puxou devagar, forçando meu pescoço para trás, expondo minha garganta.

Eu dei um gemido que se perdeu no meio da música. Aquilo era dominador, mas sem ser agressivo. Era como se ele estivesse se apossando de cada parte de mim. E eu respondia com uma entrega total. Minha xota pulsava, latejando, pedindo mais. Queria que ele me fizesse qualquer coisa, desde que não parasse.

Os Dedos Dele

Ele desceu a boca no meu pescoço, lambendo, mordiscando. A barba por fazer raspava na minha pele, causando uma mistura de dor e prazer que me deixou ainda mais molhada. Ele pegou minha mão e levou até o volume duro na calça dele.

"Sente," ele sussurrou no meu ouvido, antes de sugar meu lóbulo.

Eu apertei. Através do tecido, senti o cacete grosso, duro, pulsando. Minha buceta contraiu. Dei outro aperto, sentindo ele tremer. Ele gemeu baixinho, um som que quase me fez gozar ali mesmo.

Ele soltou meu cabelo e a mão dele desceu de novo, desta vez entrando pela barra do vestido, subindo pela minha coxa. A pele arrepiou toda. Eu já nem conseguia mais dançar, só me mexia instintivamente contra o corpo dele.

O toque dele chegou perto da minha calcinha. Eu esperei que ele passasse por cima, mas não. Ele ajeitou a mão e entrou por dentro do tecido. Quando o dedo dele roçou meu clitóris, eu quase caí no chão. Minhas pernas bambas mal me sustentavam.

Ele começou a me massagear devagar, em círculos, enquanto continuava a roçar a pica dele na minha bunda. A sensação era dupla, intensa demais. O prazer estava construindo de uma forma que eu nunca senti. Era caótico, animal, primitivo.

Ele adicionou outro dedo, agora entrando na minha xota, enquanto o polegar continuava no clitóris. Eu gemi alto, sem me importar se alguém estava ouvindo. Estávamos no meio de centenas de pessoas, mas naquele momento, éramos só nós dois.

Ele aumentou o ritmo, entrando e saindo, me fudendo com a mão. A cada movimento, eu arqueava contra ele. A música, o calor, os cheiros, os corpos ao redor... tudo se fundiu num único foco: o toque dele dentro de mim.

Eu sentia o orgasmo se aproximando, uma onda crescendo, prestes a quebrar. Eu inteira tremeu, a respiração falhou, e eu agarrei o braço dele com força, as unhas cravadas na pele dele.

Ele percebeu. "Vai, mana," ele sussurrou no meu ouvido. "Goza pra mim."

E eu fui. A onda quebrou, um tsunami de prazer que me percorreu por inteiro. Me contraí toda, depois relaxei. Minha xota pulsou ao redor dos dedos dele, encharcando a mão dele.

Ele não parou. Continuou me massageando, alongando meu orgasmo até eu não aguentar mais. Eu fiquei mole contra o corpo dele, ofegante, suando, completamente entregue.

Ele tirou os dedos de dentro de mim e levou à boca. Olhando nos meus olhos, lambeu cada um, provando meu gosto. Aquele gesto foi o mais erótico que eu já vi na vida.

"Você gosta de doces?" ele perguntou, com um sorrisinho maroto.

Eu só consegui balançar a cabeça, ainda tentando recuperar o fôlego. Ele me pegou pela mão, entrelaçando nossos dedos. "Então vem comigo."

A Salinha

Ele me guiou através da multidão, eu no encalço dele, mão na mão. Minhas pernas bambas mal me sustentavam. As pessoas se afastavam para ele passar, como se ele fosse o próprio baile.

Procurei a Jéssica com o olhar, mas ela tinha sumido na multidão. Provavelmente já estava com alguém num canto escuro, fazendo o que a Jéssica faz de melhor. Sorri comigo mesma. Pelo menos dessa vez eu não ia ser a única com história pra contar no domingo.

Chegamos numa parte mais escura do baile, um corredor estreito que dava acesso a umas portinhas. Ele bateu numa delas, três vezes, num ritmo específico. A porta se abriu e ele me empurrou para dentro, entrando logo atrás.

O local era pequeno, quase escuro, iluminado por uma única luzinha vermelha no teto. Tinha um cheiro denso, uma mistura de maconha, suor e sexo. Havia um sofá encostado na parede e uma mesinha baixa com alguns copos, cinzeiros e um celular carregando.

Ele trancou a porta e o som do baile ficou abafado, um eco distante que parecia lembrar o que estava acontecendo do lado de fora. Ali, era só nós dois e aquele silêncio carregado de expectativa.

Sob a Luz Vermelha

Ele virou para mim e pela primeira vez, sob aquela luz vermelha, eu vi o rosto dele direito. Era mais velho do que eu imaginava, talvez uns trinta e poucos. Tinha um rosto forte, queixo marcado, e olhos pretos que pareciam ver através de mim. Uma pequena cicatriz sob o olho esquerdo que só tornava o olhar dele ainda mais intenso.

"Qual o seu nome?" a voz dele era grave, preguiçosa.

"Bruna."

Ele sorriu, um sorriso lento, que não chegou aos olhos. "Bruna." Ele disse meu nome como se estivesse provando. "Belo nome pra uma menina como você."

Ele se aproximou, me encostando na parede. O calor do corpo dele me envolveu de novo. Não beijou. Apenas ficou olhando nos meus olhos, enquanto a mão dele subia lentamente pelo meu braço, chegando ao meu rosto. Ele passou o polegar no meu lábio inferior, e eu automaticamente abri a boca, sugando o dedo dele.

Ele deu uma risadinha baixa. "Ansiosa, hein, Bruna?"

Eu não respondi. Apenas continuei sugando o dedo dele, enquanto eu inteira pulsava de desejo. Ele tirou o dedo da minha boca e o substituiu pela língua dele.

O beijo foi diferente do que eu esperava. Não era agressivo, nem delicado. Era possessivo. Ele dominou minha boca, explorando cada canto, mordiscando meu lábio inferior, sugando minha língua. Eu respirei o cheiro dele, senti o gosto da cerveja e do fumo. Minhas mãos subiram pelas costas dele, sentindo os músculos fortes sob a camiseta preta.

O Sofá

Ele me afastou da parede e me guiou até o sofá. Sentou-se primeiro e me puxou para o colo. Fiquei de frente para ele, pernas de cada lado do corpo dele. Me beijou de novo, desta vez com mais fome. A mão dele subiu pelas minhas costas, até descobrir o fecho do vestido. Abriu com habilidade, deixando o vestido cair dos meus ombros, expondo meus seios.

Ele parou o beijo e olhou para eles. Meus mamilos já estavam duros, pedindo atenção. Ele passou o polegar em um, depois no outro, me fazendo dar um gemido baixo. Ele curvou-se e levou um mamilo à boca, sugando com força, enquanto a outra mão apertava o outro seio.

Eu gemi, arqueando as costas, empurrando o peito contra a boca dele. A língua dele circulava o mamilo, os dentes mordiscavam de leve, e a sucção era forte o bastante para mandar ondas de prazer direto pra minha xota.

Ele abriu a braguilha e tirou o cacete. Era grosso, com veias saltadas, a cabeça brilhante com o líquido que já escorria. Me olhou nos olhos, sem dizer nada, apenas alinhou a pica com a entrada da minha buceta.

Empurrou para dentro devagar, me sentindo abrir para ele. Era um alívio e uma tortura ao mesmo tempo. Me preencheu por completo, chegando onde ninguém nunca tinha chegado. Esperou um segundo, me deixando me acostumar, depois começou a se mover.

Sem Volta

Os primeiros movimentos foram lentos, quase delicados. Ele saía quase completamente, depois entrava devagar. Mas logo o ritmo mudou. Me pegou pela cintura, me controlando, impondo um ritmo rápido e profundo. Eu o ajudei, cavalgando no colo dele, encontrando o ângulo que me dava mais prazer.

A salinha se encheu dos sons do nosso sexo. Meus gemidos, os grunhidos dele, o barulho úmido da pele batendo contra pele, o eco distante da música do baile. Ele me dobrou, colocando minhas pernas sobre os ombros dele. Dessa forma, entrou ainda mais fundo, batendo num ponto que me fazia ver estrelas a cada investida.

Eu senti meu segundo orgasmo se aproximando, mais forte que o primeiro. "Mais," eu gritei, sem me importar com nada. "Não para."

Ele acelerou, agora me fudendo com uma força que me deixou sem ar. A mão dele desceu até meu clitóris, massageando em círculos rápidos. A combinação da rola dele batendo fundo e os dedos no meu ponto mais sensível me destruiu.

Eu gritei quando eu inteira se contorceu em prazer. Minha xota contraiu forte ao redor da pica dele, e ele gemeu, me enchendo com o gozo dele. Continuou se movendo por mais alguns segundos, esvaziando tudo dentro de mim, antes de desabar sobre mim, ofegante.

Ficamos assim por alguns minutos, corpos colados, suados, tentando recuperar a respiração. Ele se levantou lentamente, me beijando uma última vez, um beijo diferente, quase meigo. Como se naquele único gesto pedisse desculpa por toda a brutalidade que tinha vindo antes. Ou talvez fosse um obrigado. Eu não sei. E não importava.

O Uber das Quatro da Manhã

O Uber chegou às quatro da manhã. Entrei no banco de trás com o vestido amassado e sem calcinha — tinha ficado perdida em algum lugar daquela salinha. Jéssica dormiu no meu ombro o caminho inteiro. Eu fiquei acordada, olhando a cidade passar pela janela, sentindo cada músculo reclamar de um jeito bom.

O cheiro dele ainda estava na minha pele. Embaixo das unhas, no pescoço, entre as pernas. Eu não queria tomar banho. Queria dormir assim, com aquele mapa do que tinha acontecido desenhado no meu corpo: a marca da mordida no pescoço, o roxo na cintura onde ele apertou, a dor gostosa entre as coxas.

Cheguei em casa, tirei o vestido e caí na cama. Peguei o celular. Nenhum número dele, nenhum nome, nenhuma rede social. Só o cheiro, as marcas e uma certeza absoluta de que eu nunca mais ia ser a mesma menina do condomínio fechado.

A Jéssica me mandou mensagem no domingo de manhã: "E aí, gostou do baile?"

Eu respondi com uma palavra só.

"Quando?"